Grupo de Estudos Theria

Em destaque

  • Mapa

    Mapa com ocorrências de espécies registradas pela equipe do GETH.
  • Zotero

    Uma ferramenta completa para importar, gerenciar e citar fontes bibliográficas de uma maneira segura, eficaz e rápida. Um tutorial básico traduzido e adaptado da Universidade da California (UC (...)

Atualidades

  • Portal de Zoologia vira notícia

    O Portal de Zoologia foi assunto no jornal Folha de Pernambuco. A jornalista Priscilla Costa fez uma bela cobertura sobre o lançamento do Portal, na III Jornada de Zoologia da Universidade de Pernambuco, realizada em novembro de 2017.

    Ver online : Portal de Zoologia é notícia

  • Piramboia é modelo para compreender a regulação cardíaca em mamíferos

    Sendo um peixe Sarcopterygii, ancestral direto dos tetrápodes, a piramboia, espécie típica de lagos rasos do Pantanal, pode ser um modelo para o estudo de adaptações fisiológicas relacionadas a absorção de oxigênio e a troca de gases em mamíferos. É o que sugere os resultados de um estudo publicado recentemente na revista Science Advances por pesquisadores brasileiros e ingleses. Veja o resumo da pesquisa no site da revista Pesquisa FAPESP.

    Ver online : Piramboia versus mamíferos

  • Coração de baleia azul é exposto em museu

    O coração da baleia azul é o maior do reino animal. Raramente estudado, este órgão foi naturalizado pela primeira vez pelo Royal Ontario Museum de Toronto. É muito raro encontrar carcaças de baleias azuis, por um motivo bem simples: seus corpos afundam no fundo do mar quando morrem. Quando isto ocorre, suas carcaças se transformam em verdadeiros ecossistemas nos quais uma grande variedade de organismos encontra alimento abundante e abrigo. Porém, em 2014, duas baleias azuis sufocaram presas sob uma espessa camada de gelo e os seus corpos encalharam nas margens do rio Trout, no Canadá. O coração de uma delas foi extraído e estudado. Primeira surpresa, o coração de uma baleia azul é menor do que se pensava. Mesmo assim ele pesa aproximadamente 180 quilos podendo bombear 214 litros de sangue por segundo.
    Este órgão pouco conhecido foi em seguida naturalizado durante um processo que durou três anos. O coração foi inicialmente congelado, depois tratado quimicamente para evitar que apodrecesse. Em seguida ele foi enviado para a Alemanha com o objetivo de passar pelo processo de plastinação. Pintado e fixado na sua forma original, ele foi enviado de volta ao Canadá em maio de 2017. Desde o mês de julho, o maior coração do mundo está em exposição no Royal Ontario Museum.
    A baleia azul é considerada como espécie ameaçada pela IUCN.

    Texto traduzido e adaptado do jornal Le Monde.

    Ver online : Maior coração do mundo exposto em museu

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    por Aléssio

    Pesquisa na China aponta pangolins como potencial hospedeiro intermediário do coronavirus.
    Os pangolins são mamíferos placentários da ordem Pholidota. Atualmente são conhecidas 10 espécies diferentes de pangolins. Estas espécies podem ser divididas em dois grupos: os pangolins africanos e os (...)

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